Como dar remédios para bebês e crianças de forma segura

Veja neste artigo, dicas essenciais para dar remédios para bebês e crianças de forma segura e eficaz: saiba como administrar corretamente e evitar riscos à saúde dos seus pequenos. É importantíssimo saber que dar medicamentos para bebês e crianças é uma tarefa que exige muito cuidado e atenção por parte dos pais e cuidadores. A forma como os medicamentos são administrados e dosados pode afetar a saúde e o bem-estar da criança, por isso é essencial seguir as orientações médicas e tomar precauções especiais, de acordo com as características de cada criança. Neste artigo, vamos abordar alguns cuidados importantes que devem ser tomados na hora de dar remédios para bebês e crianças. Idade A idade da criança é um fator crucial a ser considerado na hora de dar remédios. Bebês com menos de 6 meses de idade têm sistemas digestivos e metabólicos ainda em desenvolvimento, o que pode afetar a forma como o medicamento é processado pelo organismo. Nesses casos, é importante seguir as orientações médicas à risca e sempre consultar um profissional de saúde antes de dar qualquer medicamento para o bebê. Crianças mais velhas também precisam de cuidados especiais na hora de tomar remédios. Por exemplo, crianças entre 6 meses e 2 anos de idade são mais suscetíveis a engasgos e sufocamentos, por isso é importante evitar medicamentos em formatos de comprimidos ou cápsulas nessa faixa etária. Opte por medicamentos líquidos ou em pó, que possam ser misturados com alimentos ou líquidos. Peso O peso da criança também é um fator importante a ser considerado na hora de dar remédios. A dosagem do medicamento geralmente é calculada em miligramas por quilograma de peso corporal. Isso significa que uma criança mais pesada precisa de uma dose mais alta do que uma criança mais leve, para obter o mesmo efeito terapêutico. Portanto, nunca dê um medicamento sem saber a dosagem correta para o peso da criança. Se tiver dúvidas, consulte um médico ou farmacêutico antes de dar o remédio. Condições de saúde pré-existentes Crianças com condições de saúde pré-existentes podem precisar de cuidados especiais na hora de tomar remédios. Por exemplo, crianças com asma ou problemas respiratórios podem ter dificuldades para engolir comprimidos e cápsulas, e podem precisar de medicamentos em formato líquido ou inalador. Da mesma forma, crianças com problemas renais ou hepáticos podem ter dificuldades para processar certos medicamentos, e precisam de dosagens específicas que levem em conta sua função renal ou hepática comprometida. Em casos como esses, é importante consultar um médico ou farmacêutico para obter orientações precisas sobre o uso de medicamentos. Interações medicamentosas Crianças que tomam vários medicamentos ao mesmo tempo podem estar sujeitas a interações medicamentosas, que ocorrem quando dois ou mais medicamentos interagem de forma a afetar a eficácia ou a segurança um do outro. Isso pode ser especialmente perigoso em crianças, que podem ter sistemas digestivos e metabólicos ainda em desenvolvimento. Portanto, é importante verificar com um médico ou farmacêutico se há alguma interação entre os medicamentos que a criança está tomando, antes de dar um novo remédio. Isso pode ajudar a evitar problemas. Além dos cuidados mencionados anteriormente, há outros pontos importantes a serem considerados na hora de dar remédios para bebês e crianças. Forma de administração A forma de administração do medicamento é um fator importante a ser considerado, especialmente para bebês e crianças pequenas que podem ter dificuldade para engolir comprimidos e cápsulas. Nesses casos, é recomendado optar por medicamentos líquidos ou em pó, que podem ser misturados com alimentos ou líquidos. Neste artigo, vamos abordar os cuidados a serem tomados na hora de administrar medicamentos para bebês e crianças, incluindo as formas de administração, horários de administração, armazenamento correto e comunicação com o médico. Medicamentos líquidos para bebês: dosagem correta e administração adequada Bebês e crianças pequenas podem ter dificuldade para engolir comprimidos e cápsulas, por isso, medicamentos líquidos são uma opção comum para esse grupo. No entanto, é importante tomar cuidado com a forma como o medicamento é misturado com outros alimentos ou líquidos, pois alguns medicamentos não devem ser misturados com leite ou suco de frutas ácidas, por exemplo, pois isso pode afetar sua eficácia. É importante ler atentamente as instruções do medicamento e seguir as orientações médicas. Além disso, é fundamental medir a dosagem correta do medicamento, utilizando uma seringa ou copo-medida, para evitar dosagens incorretas. Horários de administração: importância de seguir as instruções O horário de administração do medicamento também é crucial para garantir a eficácia do tratamento. Alguns medicamentos devem ser tomados com o estômago vazio, enquanto outros devem ser tomados com alimentos. É importante seguir as instruções do medicamento e consultar um médico ou farmacêutico se tiver dúvidas sobre o horário de administração. Além disso, é importante lembrar que alguns medicamentos devem ser tomados regularmente, enquanto outros devem ser usados apenas em situações específicas, como em caso de febre ou dor. É fundamental seguir as orientações médicas e não dar o medicamento com mais frequência do que o recomendado, mesmo que a criança ainda esteja apresentando sintomas. Armazenamento correto de medicamentos: importância de seguir as instruções O armazenamento correto do medicamento também é essencial para garantir sua eficácia e segurança. Alguns medicamentos precisam ser armazenados em locais frescos e secos, enquanto outros devem ser refrigerados. É importante ler as instruções do medicamento e armazená-lo de acordo com as orientações. Além disso, é fundamental manter os medicamentos fora do alcance das crianças, em locais seguros e de difícil acesso. Isso pode ajudar a evitar acidentes, como a ingestão acidental de medicamentos por crianças curiosas. Comunicação com o médico: tire suas dúvidas e informe sobre outros medicamentos Conclusão Por fim, é importante manter uma comunicação aberta e frequente com o médico ou pediatra da criança. Se surgirem dúvidas ou preocupações sobre o uso de um medicamento, é importante entrar em contato com o médico para esclarecer as questões. Além disso, é fundamental informar o médico sobre quaisquer outros medicamentos que a criança esteja tomando, para evitar interações medicamentosas e possíveis efeitos colaterais. Também

15 crianças morrem por dia engasgadas no Brasil

15 crianças morrem por dia engasgadas no Brasil Mamães tenham muito cuidado com seus bebês, quando eles tiverem se alimentando fiquem sempre em alerta. Uma das principais causas de morte em bebês recém-nascidos e ainda nos primeiros 12 meses de vida é a asfixia, principalmente causada pelo regurgitamento do leite materno. Podendo também nos casos específicos, causados também igualmente pela mamada das mamadeiras. Abaixo temos um video de uma criança que quase perdia sua vida por conta de um engasgamento:   Veja esse video abaixo: “https://globoplay.globo.com/v/6720530/” />     De acordo com dados da SBPA- Sociedade Brasileira de Pediatria, 15 bebês morrem por dia em consequência deste tipo de acidente doméstico. A sufocação ou engasgamento ocupa o terceiro lugar no ranking de mortes de crianças vítimas de acidentes no Brasil e representa a primeira causa em situações de crianças com até um ano de idade. De acordo com dados da ONG, todos os anos no Brasil, mais de 700 crianças morrem vítimas de sufocações ou engasgamento. Cuidados simples que devem ser adotados durante e após a amamentação, diminuirão ou eliminarão drasticamente estas ocorrências. Primeiramente a mamãe deve estar confortavelmente sentada em uma cadeira ou poltrona, apoiar muito bem a criança de forma que sua cabecinha fique com uma leve elevação e bem firme e estável para que a mamada seja bem tranquila para ambos e ter certeza que a criança possa respirar sem dificuldade pois há casos em que a mamãe relaxa e acaba apertando a cabecinha do bebê contra a mama. Converse com o pediatra do seu bebê e ouça atentamente as orientações quanto à amamentação, seja ela no peito ou mamadeira. Cuidados com a quantidade e frequência das mamadas deverão estar bem definidos e ajudarão muito a aumentar as chances de se evitar este tipo de situação extremamente importante. A mamãe poderá também solicitar orientações em qualquer posto de saúde. Só não deve ficar com dúvidas pois pode determinar a segurança dos bebês. Este tipo de ocorrência requer rapidez e muita calma por parte do executante. A técnica a ser utilizada é chamada de Manobra de Heimilich. E, embora possa parecer difícil, não é. Verifique com o pediatra da criança o correto procedimento para este tipo de atendimento. Veja no link, https://goo.gl/xSVv3L, um vídeo muito didático quanto aos procedimentos de emergência em casos de engasgamento, para que em caso de necessidade, você esteja preparado e possa salvar uma valiosa vida. Dicas para prevenção contra sufocação e engasgamento Inspecione regularmente os brinquedos à procura de danos que podem resultar em algum acidente enquanto a criança os manuseia. Observe se alguma parte pequena pode se soltar, se existem pontas afiadas ou arestas Corte os alimentos em pedaços bem pequenos na hora de alimentar a criança; Não dê alimentos redondos e duros, como uvas, pipoca, cenoura crua e nozes para crianças; Ao escolher os brinquedos para uma criança, considere sua idade, interesse e nível de habilidade. Siga as recomendações do fabricante e procure brinquedos com selo do Inmetro; Seja especialmente cuidadoso se você mudar sua rotina para deixar as crianças na creche ou escola. Peça para te avisarem caso seu filho não chegue ao local após alguns minutos do horário que você costuma deixá-lo; Nunca deixe que as crianças brinquem em parquinhos usando colares, bolsas ou roupas com cordões. Se você achou este artigo útil e relevante, tem mais informações sobre este assunto. Para saber mais clique aqui. Compartilhe este conteúdo com mais pessoas nas suas redes sociais.

6 dicas para a segurança do seu filho

6 dicas para a segurança do seu filho Só quem tem filho pequeno em casa, não importando se é bebê ou pré-adolescente, sabe o que é viver preocupado e com medo de que algum tipo de acidente aconteça com ele. Não é nada incomum assistirmos nos jornais e lermos notícias de crianças, por conta de sua indefesa e inocência, sofrerem acidentes gravíssimos, inclusive letais. Neste artigo, eu apresento algumas dicas simples, para pôr em prática e evitar que qualquer acidente, do mais leve ao mais grave, venha a ocorrer dentro da sua casa, garantindo assim, a segurança dos seus filhos. Jardim, quintal e lavanderia Essa sugestão é direcionada, principalmente, para aqueles papais e responsáveis que moram em casas com quintais, jardins e lavanderias, normalmente, grandes. Como já foi comprovado, esses ambientes são propícios para acontecerem inúmeros acidentes com crianças. Logo, a segurança dos seus filhos corre perigo de várias maneiras, caso não sejam adotadas algumas atitudes preventivas. Quando o assunto é jardim e quintal, e seu filho tem menos de 8 anos, tente limitar o espaço que ele pode explorar, estando sem uma supervisão o tempo todo. Visto que, nesses locais, pode haver animais que picam, plantas que causam alergias, árvores para escalar e que possa haver alguma queda e madeiras que tenham farpas ou que sejam pontiagudos. Na lavanderia, já citei em outros artigos passados aqui no blog, sobre o perigo e o risco à segurança do seu filho, quando não é dada a devida importância para ela. Como prevenção, cuide sempre dos materiais de limpeza, deixando-os em suas embalagens originais, a fim de que nada seja atrativo aos olhos da criança, e guardados em armários de difícil alcance ou nos que tenham algum tipo de tranca. Sala A sala é outro lugar que possui inúmeros riscos à segurança do seu filho. Entre eles, destacam-se os tapetes que podem fazer a criança cair, quinas de móveis, fios de eletrônicos, tomadas. Com a finalidade de evitar acidentes, invista em protetores para as quinas de móveis e mesas, pois elas fazem muita diferença, caso ocorra a criança venha a bater alguma parte do seu corpo. Outra medida preventiva é, colocar proteções nas tomadas e sempre deixar os fios, que não estão sendo utilizados, guardados ou em um lugar alto, fora do alcance. Já, os que estão em uso, não devem ser deixados espalhados de qualquer jeito pelo chão. Se possível, constantemente, mantenha-os em guardados em local reservado. Muita atenção para os cabos que são utilizados para recarga de celulares, tablets e notebooks. Em relação aos tapetes, cuidado com eles! Todos sabemos que as crianças possuem energia de sobra e adoram ficar correndo pela casa. Sendo assim, tapetes muito grandes e com espessuras altas, podem acabar enroscando o pé da criança e resultando em uma queda bem feia. Isso vale tanto para os pequenos que já correm, quanto para os que estão começando a engatinhar. Tenho mais artigos que podem te ajudar a cuidar melhor: Meu filho colocou algo no nariz e está sufocado Brinquedos perigosos: cuidados ao escolher os passatempos das crianças Meu filho quebrou o dente brincando, e agora? Quarto dos adultos Se o seu quarto e o de outros adultos da casa forem grandes e contar em com a presença de muitos objetos decorativos, preste atenção e supervisione sempre a criança, quando ela estiver nesses cômodos, e fora esses momentos, deixe as portas dos quartos fechadas. Inclusive, atente para que o pequeno não fique pulando na cama e acabe caindo, nem subindo nas prateleiras de roupeiros, mesinhas e cômodas.Quanto às tomadas e aos fios, tenha os mesmos cuidados, como os citados no exemplo da sala. Quarto infantil Praticamente, todas as sugestões do quarto dos adultos servem para o dos pequenos também. Mas, em especial, cuidado com os berços, quando seu filho ainda é bebê, porque ele chega em uma fase na qual adora tentar escapar. A grade lateral do berço deve ter um espaçamento de 6,5 cm, para que o bebê não consiga encaixar a cabecinha no vão. O INMETRO especifica também, que o espaço entre o estrado e as laterais do berço não deve ultrapassar 2,5 cm. Outra precaução relativa aos nenéns é, não deixar brinquedos e objetos demasiadamente pequenos perto deles, uma vez que eles gostam de pôr na boca tudo o que encontram e podem acabar se engasgando. Se o seu filho ainda for pequeno, compre camas com grade de proteção contra quedas, assim, caso ele tenha um sono muito agitado, não corre o risco de cair da cama. Banheiro Até aproximadamente a idade de 8 anos, o recomendado é que você acompanhe os banhos do seu filho, a fim de garantir que a segurança dele, sem correr riscos desnecessários.Para isso, garanta que o chão do banheiro esteja sempre seco (esse procedimento evitará quedas) e que o chuveiro elétrico não esteja dando choque (questão mais comum do que se imagina, pois um mau contato entre os fios pode ocasionar um choque terrível). Também, assegure que seu filho tome banho calçado de chinelos caso não haja tapete antiderrapante no seu banheiro. Pode parecer estranho mas esse costume, entretanto, poderá evitar escorregões quando o chão estiver molhado com a água do banho. Cozinha A cozinha deve ser supervisionada sempre que uma criança estiver nesse ambiente, principalmente quando ela é menor de 8 anos e não possui uma noção do que é perigoso.Para tal, coloque as panelas constantemente com os cabos para o lado de trás e para dentro do fogão. Também, evite ter o botijão de gás dentro de casa e deixe muito bem guardados os utensílios afiados, de preferência em alguma gaveta com tranca. As informações aqui passadas, podem e devem ser adaptadas para cada realidade. Portanto, lembre-se de que a melhor prevenção é a supervisão, e fique continuamente atento à garantia da segurança dos seus filhos de forma eficiente. Se você gostou destas informações, compartilhe com todos que vc ama. Aproveite e siga Prevenir em Casa nas redes sociais.

Como prevenir quedas em casa – para crianças e idosos

Como prevenir quedas em casa – para crianças e idosos Idosos e filhos pequenos estão cada vez mais suscetíveis a quedas no local onde deveria ser nosso ambiente mais seguro: nossa casa. Por isso é natural que você esteja curioso para saber como evita-las, não é mesmo? A seguir, vamos ver exatamente o que é preciso saber sobre este assunto com as melhores dicas que você poderá encontrar.  Queda de crianças e idosos, 1º lugar em acidentes domésticos fatais! Com mais de 9.000 mortes por ano, as quedas são a principal causa de mortes acidentais no mundo. As crianças pequenas e os idosos são as primeiras vítimas. Como reduzir os riscos? Vejamos.  Queda dos idosos Quase uma em cada três pessoas com mais de 65 anos sofre uma queda a cada ano. Em 2012, 8.741 pessoas com mais de 65 anos morreram como resultado de uma queda. As escadas, a banheira, um carpete, etc. são todos fatores de quedas que um idoso encontra diariamente em casa. No entanto, soluções simples para implementar reduzem esses acidentes domésticos, muitas vezes graves ou até fatais. Nossas dicas de prevenção para evitar quedas de idosos:  Adapte sua casa a suas habilidades motoras Identifique os perigos potenciais da sua casa para melhorar o conforto e a segurança em sua casa: piso escorregadio, iluminação insuficiente, obstáculos no chão (tapetes, fios elétricos). Organize o seu interior de acordo com as suas capacidades físicas, tais como colocar um revestimento antiderrapante no banheiro e cozinha (lugares mais propícios a quedas), instalar uma rampa nas escadas ou ter uma iluminação ideal em cada quarto.  Inscreva-se em programas de exercícios físicos, seja sozinho ou em grupo, para manter as habilidades físicas e motoras (coordenação, equilíbrio) e, assim, reduzir o risco de queda. Note que caminhar e sair todos os dias já é uma excelente atividade física!  Avalie regularmente o estado de saúde do idoso Fazer check-ups médicos frequentes para acompanhar a evolução do seu estado de saúde (habilidades motoras, visão, etc.). Estes exames preventivos, se forem regulares, permitem detectar o mais rapidamente possível o aparecimento de possíveis problemas e beneficiar de conselhos adaptados.  Acrescente uma dieta saudável para ele: Sirva refeições equilibradas e variadas diariamente para manter sua saúde. Não se esqueça de colocar regularmente produtos lácteos para combater   osteoporose, muitas vezes é a origem da gravidade das quedas nos idosos. Aprenda a evitar quedas de idosos na rua também clicando aqui.  Se as quedas nas crianças são parte integrante de seu desenvolvimento (aprender a andar e se equilibrar), todas as quedas não são isentas de riscos e às vezes são muito sérias. No entanto, é em casa que a maioria dos acidentes da vida cotidiana ocorre. Algumas regras de precauções são bem conhecidas! Os eletrodomésticos devem ser adaptados ao estágio de desenvolvimento e à idade da criança: protetores de canto em cantos de móveis, barreiras de segurança na parte inferior e no topo das escadas para evitar quedas perigosas. Os lugares altos são responsáveis ​​por quedas mais perigosas para as crianças. Evite colocar móveis debaixo de uma janela ou qualquer coisa que a criança possa escalar. Nunca deixe uma criança sozinha em um quarto com uma janela aberta ou em uma varanda, e equipe janelas fechadas com sistemas de segurança. Nunca tire os olhos de crianças brincando próximas a mesas e lugares mais altos. No entanto, seja qual for o equipamento e as comodidades da casa, nada pode ser mais seguro para a criança do que o monitoramento constante de um adulto! Conclusão Como você já sabe, as crianças e idosos são quem mais precisam de nossa atenção, e por isso, não devemos deixá-los suscetíveis a essas coisas.

Saiba como prevenir acidentes por queimaduras em crianças

Saiba como prevenir acidentes por queimaduras em crianças Um dos nossos maiores medos com relação a crianças em casa, é o risco de queimaduras em crianças e isso pode ocorrer com a nossa presença, mas ocorre principalmente quando elas não estão ao alcance dos nossos olhos. Por isso, é importantíssimo saber as melhores dicas para prevenir, certo? A seguir, você vai saber mais sobre o assunto, de modo que consiga prevenir estes acidentes de forma rápida e eficaz. O fato Três em cada cinco crianças que chegam nas salas de emergência têm como causa queimaduras por líquidos quentes. De acordo com a análise de dados realizada pela organização BETEREM para a segurança das crianças, em pesquisas feitas em 10 hospitais entre 2010 e 2016, demonstra que crianças de 0 a 4 anos são o maior grupo em risco de queimaduras. Houve um aumento considerável no número de queimaduras causadas por líquidos quentes, sendo que a maioria dos acidentes ocorreu em casa, sendo cerca de metade na cozinha. Ouras ocorrências foram em outros cômodos ou no quintal. Ao adotar regras simples de segurança, você pode proteger seus filhos e evitar o grande sofrimento que as queimaduras são capazes de causar, uma vez que a pele das crianças é muito mais fina e delicada do que a dos adultos e a área afetada pelo líquido que é derramado ou o contato com objetos ou superfícies muito aquecidos é mais significativa. Uma queimadura que provoca uma sensação desconfortável em um adulto pode levar à hospitalização prolongada por várias semanas e meses, e até mesmo a cirurgia e cicatrizes em uma criança. Regras para evitar queimaduras Na cozinha ou na sala de estar  Nunca cozinhe e nunca beba bebidas quentes enquanto carrega um bebê Não deixe bebidas quentes ao alcance de crianças Não deixe um copo de bebida quente em uma toalha de mesa quando as crianças estão por perto. Mantenha panelas, chaleiras, samovares ou copos de bebidas quentes longe da bancada da cozinha ou mesa Cozinhe nos fogões interiores e certifique-se de que as alças dos tachos e panelas estejam voltadas para a parede. Garantir que a casa dos avós também seja adaptada e segura para as crianças.  No restaurante  Mantenha bebês e crianças longe de passagens onde servidores e utensílios e pratos quentes estão passando  Na banheira e chuveiro Meça a temperatura antes de colocar o bebê no banho – a temperatura desejada é de 37 graus Quando as crianças tomam banho – verifique o fluxo de água antes de coloca-las Não deixe as crianças sozinhas no banho, mesmo com irmãos mais velhos  Regras de prevenção de queimaduras  Causadas por produtos químicos Mantenha produtos de limpeza fora do alcance das crianças  Causadas por fogo Instale um detector de fumaça em casa – é um dispositivo barato que salva vidas. O detector de fumaça alerta em tempo real quando há um incêndio e lhe dá tempo para fugir ou extinguir o fogo Não deixe velas acesas sem vigilância Certifique-se de que não há cortinas perto de fogões, velas e aquecedores por resistência. Fornos espirais, fogões a gás e aquecedores de ventoinha podem causar incêndios e queimaduras. Recomenda-se não os usar sem supervisão. Se você tem uma lareira em casa, feche quando não estiver usando Mantenha as crianças longe de aquecedores, mesmo os tipo radiadores a óleo Mantenha os aparelhos de aquecimento longe de objetos inflamáveis, como sofás, cobertores e cortinas  Causadas por eletricidade   Instale uma tampa ou um plugue de segurança nas tomadas elétricas Ensine as crianças a ficar longe da eletricidade e, especialmente, a não subir em postes Você pode ver outras dicas para evitar incêndios em casa clicando aqui.  Tratamento de queimadura Queimaduras causadas pelo fogo Primeiro, afaste a criança da fonte de fogo Para extinguir o fogo da criança, role-a no chão ou abafe o fogo com um pano que esteja perto Após a extinção do fogo, lave a área queimada com água corrente Evacuar a criança para um centro médico o mais rápido possível. Queimaduras causadas por líquidos e produtos químicos Lave a queimadura com água morna por cerca de vinte minutos Evacuar a criança para um centro médico o mais rápido possível (essencial e indispensável) Queimaduras causadas por eletricidade  Afaste a criança da fonte do fluxo elétrico com um objeto não eletricamente condutor tal como mateira, borracha ou plásticos. Tenha certeza que estes materiais não estejam molhados ou úmidos caso precise usá-los Enviar a criança para um centro médico o mais rápido possível Conclusão Proteja seus pequenos contra queimaduras seguindo essas dicas simples. Se você fizer isso, estará zelando pelo seu bem-estar e o de sua família da forma correta, e se prevenindo do que pode ser perigoso.

Meu filho quebrou o dente brincando, e agora?

Meu filho quebrou o dente brincando, e agora? E de repente você está em casa e recebe a notícia de que seu filho quebrou o dente brincando. E agora? O que fazer? Principalmente entre o primeiro e terceiro anos de idade, as quedas envolvendo crianças são bastante frequentes. Nesta fase, elas estão aprendendo a andar, estão cheias de curiosidade para explorar novos mundos e ambientes, e é comum que a criança caia e bata o rosto no chão ou na cabeça de algum coleguinha, ou em qualquer outra coisa, e acabe quebrando o dente. Mas, a boa notícia é que existem alguns socorros rápidos que você pode fazer em casa e, para algumas situações, é necessário que você procure ajuda de um profissional dentista. Clique na imagem abaixo e crie sua lista no Amazon Family e desfrutar dos melhores produtos com os melhores preços. Quebrou o dente brincando, e agora? Primeiramente você deve manter a calma para não assustar ainda mais a criança, lave o local com água e verifique os danos causados, por exemplo: Gengiva inchada. Dentes posicionados nos devidos lugares. Se há mobilidade, inclinação diferente em algum dos dentes ou se está faltando algum. Caso haja sangramento, comprima a região com gaze umedecida. Colocar gelo também ajuda a estancar o sangue e aliviar a dor. Se a batida foi forte, mas o dente do seu filho não chegou a quebrar, consulte o odontopediatra para uma avaliação. E se quebrar um pedaço do dente, o que eu faço? Essa é outra dúvida muito comum. Neste caso, da criança ter quebrado um pedaço do dente você deve colocar esse pedaço no leite, na água ou até mesmo usar a saliva da criança para manter o dente hidratado. Feito isso, leve para mostrar ao dentista para lá em seu consultório ele avaliar quais as possibilidades de tratamento. Em situações cujo dente da criança não possa ser recuperado, para que ela não fique muito tempo de “jenelinha”, existe a possibilidade de se fazer um tratamento com próteses utilizadas para crianças em fase de crescimento. Há chances de reimplante? Se com a brincadeira seu filho quebrou o dente de leite e este tiver caído, ele não precisa ser guardado para reposição, vez que neste caso o reimplante dental não é recomendado devido ao risco de prejudicar a dentição permanente que está por vir. O que o dentista pode optar neste caso é colocar um aparelho que irá manter o espaço aberto enquanto o novo dente não nasce. Já se o dente permanente cair, este deve ser reimplantado o quanto antes.   NOVIDADE PARA VOCÊ      Como prevenir para que isso não aconteça? Sempre mantenha o seu filho sob supervisão, compre sapatos adequados para ele, tome cuidado com escadas, quando ele for andar de bicicleta, patins, skate, etc; faça com que ele sempre use o equipamento de segurança para evitar que quebre mais partes do seu corpinho além dos dentes. Mas, às vezes não tem como fazer isso vez que seu filho pode quebrar o dente simplesmente brincando sem estar em nenhuma dessas condições citadas. Para saber mais de como prevenir as quedas que podem causar este tipo de acidente aqui citado, saiba mais clicando aqui. Portanto, uma fratura dental quando não tratada corretamente pode prejudicar a estética, bem como a pronúncia de alguns fonemas, afetando diretamente a qualidade de seu filho. Entendeu? Caso tenha mais alguma dúvida, registre-a no comentário que terei prazer em te ajudar! Um forte abraço.  

Meu filho colocou algo no nariz e está sufocado

Meu filho colocou algo no nariz e está sufocado Feijão, bolinha de papel, amendoim, algodão, sementes, pequenas partes de brinquedos, insetos… Estes são apenas alguns dos diversos objetos que crianças podem ocasionalmente introduzir no nariz. Os objetos introduzidos no nariz causam muita preocupação uma vez que podem obstruir a via respiratória, causar infecção e até mesmo serem difíceis de extrair. Na maioria das vezes, você só percebe que o filho colocou algo no nariz quando este começa a sangrar continuamente, tem um corrimento de odor fétido ou quando a criança tem dificuldade para respirar em um dos lados do nariz. Sendo assim, é muito importante ficar alerta aos sinais de que tem um objeto estranho no nariz do seu filho. Esteja atendo a chiados no peito e sons estranhos aos que seu pequeno está acostumado a emitir. O risco é o objeto estranho migrar para as vias respiratórias! Mas, o que fazer quando o filho coloca algo no nariz e sufocar com uma bolinha no nariz?  É importante você saber que da via aérea superior o objeto pode rapidamente se deslocar à traqueia, aos brônquios e ao pulmão, causando sérios danos ao sistema respiratório de seu filho. Ademais, o mais frequente é quando uma criança com algo no nariz é a dificuldade aguda provocada pela obstrução nasal em uma via respiratória alta. Porém, pode ocorrer uma obstrução parcial e seu filho continuar respirando, mas com certa dificuldade. Existem outros casos em que aspiração do corpo estranho obstrui ramificações do pulmão; assim, ao invés de seu filho ter dificuldades para respirar ele poderá impedir que o ar entre em seu pulmão. Neste caso, a falta de ar pode acarretar em sintomas ainda mais graves que provavelmente levarão à asfixia. Bolinha dentro do nariz – primeiros cuidados A primeira coisa que você deve fazer neste caso é manter a calma para não tomar atitudes precipitadas que podem agravar a situação; no entanto, é preciso que você tome providências rápidas. Veja os primeiros cuidados que você precisa tomar: Jamais introduza pinças ou qualquer outro instrumento para retirar o objeto preso no nariz do seu filho. Se você não está vendo o objeto não tente tirá-lo senão você corre o risco de empurrá-lo ainda mais para dentro da cavidade nasal causando uma lesão muito maior. Faça com que seu filho respire pela boca suavemente. Comprima com o seu dedo a narina não obstruída e peça à sua criança para assoar, sem muita força, a outra narina (a obstruída); às vezes assim o objeto é expelido. Se todas essas ações para retirar o objeto do nariz do seu filho falharem, procure imediatamente ajuda médica pelo 192 SAMU OU 193 BOMBEIROS Se porventura você já de primeira notar que seu filho está sufocado perdendo mesmo a respiração, leve-o imediatamente ao hospital mais próximo de sua casa para receber o atendimento adequado.   NOVIDADE PARA VOCÊ    Uma dica muito útil Observe sempre seu filho quando o mesmo estiver brincando ou muito quieto. Sempre fique atento para que seu filho não tente e consiga introduzir algo no nariz, pois há uma fase na infância que eles adoram esconder objetos nesses “buraquinhos”. É fato que a infância é uma fase muito prazerosa, uma caixinha de surpresas e muito criativa por parte das crianças, mas é dever dos responsáveis por elas acompanha-las com muito carinho, amor e atenção. Lembre-se de manter potes ou mesmo as embalagens e pacotes originais com mantimentos como feijão, arroz, milho de pipoca, canjica, enfim, qualquer alimento similar que possa ser introduzido no nariz fora do alcance das crianças. Inclusive fora do alcance visual. Tem mais informações muito importantes sobre este assunto. Veja mais neste  artigo 5 dicas simples – Como prevenir engasgo e sufocamento em crianças. E você? Já passou por essa situação de seu filho sufocar porque colocou algo no nariz? Deixe sua experiência nos comentários! Conclusão Independentemente do tipo de emergência ou urgência que possa estar ocorrendo, é importantíssimo que se mantenha a calma para que tenha plenas condições de prestar todas as informações que serão solicitadas pelo atendente. Procure principalmente informar sua localização o mais precisa possível para que o atendimento chegue no local correto o mais rápido possível. Existe um APP que pode ser muito útil em casos de urgências e emergências. segue o link: Emergência APP Se fizer sentido após ter avaliado e analisado a proposta do aplicativo, instale-o em seu smartphone. Se você achou este conteúdo útil e que vai ajudar mais pessoas, comente e compartilhe.

Saiba o que fazer se seu filho levou uma mordida de um animal na rua

Saiba o que fazer se seu filho levou uma mordida de um animal na rua Animais e crianças podem até serem ótimos amigos, desde que você ensine seu filho que esses pets não são bichinhos de pelúcia e podem reagir ferozmente se forem incomodados, se sentirem ameaçados ou em situação de perigo. Por isso saiba o que fazer se seu filho levou uma mordida de um animal na rua Fato é que mesmo ensinando os pequenos sobre essa questão, pode acontecer de seu filho levar uma mordida de um animal na rua. Saiba que qualquer mordida de animal, seja de cão, rato, gato ou outro animal doméstico ou silvestre, podem causar infecções até fatais se não forem devidamente tratadas. Então, se seu filho levou uma mordida de um animal na rua, continue com esta leitura e descubra o que fazer. Vamos lá? Tipos de mordida O tamanho do animal, bem como sua força e a intensidade da mordida, vão classificar o tipo da ferida causada em seu filho: Lesão leve– não sangram e causam apenas arranhões; essas são menos preocupantes. Perfuração– não importa que seja superficial ou profunda, neste caso a ferida começa a sangrar e fica sujeita a infecção devido às várias bactérias presentes na saliva do animal. Esmagamento ou dilaceração– geralmente estes tipos de feridas são causadas por animais de grande porte e que possuem bastante força no maxilar; podem resultar em lesões internas e fraturas externas além de apresentarem o risco de infecções. O que fazer após uma mordida de um animal na rua Após uma mordida de animal na rua, o que você deve fazer é limpar vigorosamente área afetada com água e sabão por no mínimo 5 minutos. Se houver sangramento, o local ferido deve ser comprimido com uma toalha limpa até que a hemorragia do seu filho seja estancada. E quando buscar atendimento médico para seu filho? Caso o sangramento não tenha cessado. Se houver exposição de estruturas internas, tais como, nervos, músculos e tendões. Mordidas com grave lesão da pele. Lesão dos tendões. Caso haja lesões extensas que precisem ser saturadas. Ou mordidas penetrantes profundas. Se a ferida causada pela mordida do animal em seu filho parecer estar piorando com o passar das horas é muito importante que você também o leve para se avaliado por um médico. Os números dos acidentes domésticos no Brasil Atenção! Mesmo que atualmente as chances de um animal não ter o vírus da raiva sejam poucas, devido à gravidade dessa doença é importante estarmos sempre alerta. Se você ou seu filho forem mordidos por um animal desconhecido do qual você não sabe o histórico de vacinação dele é preciso que tome algumas medidas: Observe o animal por pelo menos 10 dias. Tente capturar o animal, se possível, para que ele seja avaliado por um veterinário. Caso não seja possível tomar nenhuma dessas duas medidas, leve seu filho ao hospital mais próximo para o tratamento preventivo. Como se prevenir da mordida de animais Seja na rua ou em qualquer outro lugar, uma das dicas para ficar longe desses tipos de acidentes, é não deixar as crianças sozinhas no mesmo ambiente que os animais. Outras dicas referentes a isso são: Continue ensinando seu filho a não abordar, mexer ou provocar animais desconhecidos (principalmente os de rua) e sempre pedir permissão ao dono do pet se ele quiser acariciar o animal. Evite animais desconhecidos, estranhos ou de aparência doente. Não interfira ao presenciar animais brigando ou se alimentando, já que estas atitudes quando interrompidas podem ser o convite perfeito para mordidas. Evitar correr ou tentar fugir do animal também é importante, vez que ele pode interpretar isso como uma ameaça ainda maior atacando seu filho de modo mais agressivo. Entendeu o que fazer se seu filho levar uma mordida de animal? Portanto, levar uma mordida de um animal na rua é uma experiência assustadora para uma criança sendo possível que, eventualmente, seu filho comece a ficar assustado na presença de animais. Se o ataque tiver sido muito agressivo é importante que busque ajuda psicológica para ele superar o trauma. Agora que você já terminou este artigo, saiba que tem muito mais informações importantes. Clique aqui. Resta mais alguma dúvida? Deixe nos comentários que terei prazer em te responder! Um forte abraço.

5 dicas simples – Como prevenir engasgo e sufocamento em crianças

5 dicas simples – Como prevenir engasgo e sufocamento em crianças Você sabia que a sufocação ou obstrução das vias respiratórias é considerada o principal motivo de morte acidental em bebês com até um ano de idade? Aqui você verá 5 dicas simples para prevenir engasgo e sufocamento em crianças. O risco é imenso, podendo também pode ocorrer em crianças com idade entre 1 a 3 anos e basta uma fração de segundos para ocorrer. Isso acontece nessas idades devido ao fato de que elas ainda não adquiriram o controle de sua mastigação e deglutição em relação a ingestão da comida. Até porque elas não possuem os dentes molares (de trás), os quais são os responsáveis pela trituração. O engasgo O engasgo ocorre quando há uma dificuldade no processo de respiração, por conta de existir algum corpo estranho (C.E.) na garganta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, essa definição de Corpo Estranho é dada ao objeto ou substância que invade o corpo ou as suas cavidades. Em se tratando de crianças, isso acontece tanto pela ingestão como também quando são colocados em cavidades expostas, como as narinas, boca e conduto auditivo. O problema se agrava O problema se agrava quando o objeto que foi ingerido ou colocado na boca é aspirado diretamente para o pulmão, se tornando um Corpo Estranho para o sistema respiratório. E através engasgo é que se pode ser observado que isso ocorreu. E isso acontece no momento em que a criança está se alimentando ou quando está brincando e acaba colocando o objeto na boca, podendo ser algum brinquedo pequeno, ou partes dele por exemplo. Maior Frequência A maior freqüência de acidentes com engasgos e dificuldades para respirar, acontecem em decorrência da aspiração de objetos estranhos para o organismo, na faixa etária de 1 a 3 anos de idade, com uma incidência maior em meninos do que em meninas, já que eles são mais curiosos e impulsivos. Mas vale ressaltar que os acidentes acontecem em outras idades também e pelos os mesmos motivos: líquidos, alimentação e brinquedos. Os Sintomas O principal indicativo de ter ingerido um objeto, ou melhor, um corpo estranho (C.E.), é através do ato de tossir. Um outro meio de descobrir é a partir do aparecimento de algum barulhinho súbito no peito das crianças, na quais não obtém nenhum caso ou diagnóstico de alergia, dificuldade em respirar, além das unhas e dos lábios roxos e a voz rouca também podem ser sinais apresentados por conta do engasgo. Como proceder em caso de engasgo leve e total Quando o engasgo na criança apresenta apenas com uma tosse, e por meio dela o objeto que provocou a asfixia é expelido, é considerado um engasgo leve. Essa denominação de “leve” refere-se ao fato de não haver a necessidade de algum tipo intervenção por uma pessoa que saiba aplicar os primeiros socorros como a tapotagem ou a manobra de Heimlich. Caso seja necessário efetuar este procedimento, siga os passos representados abaixo: Vale ressaltar que mesmo não sendo grave, é indispensável a ida ao medico o mais rápido possível, pois ele irá fazer todo o procedimento adequado, além dos exames necessários. Se tratar-se de uma asfixia total, no qual a criança fica impossibilitada de tossir, respirar, emitir som ou algum tipo de reação (como a aparência arroxeada), é imprescindível a intervenção imediata, usando-se de procedimentos adequados para ajudá-la a desengasgar. A criança deverá ser levada imediatamente ao médico mais próximo, no qual irá realizar exames para saber se houve algum dano grave à saúde da criança. 15 crianças morrem engasgada por dia no Brasil Prevenindo o engasgo A chamada “manobra de Heimlich” é aplicada em todos os casos de engasgo por ingerir ou inalar um objeto ou corpo estranho, em qualquer faixa etária, inclusive nos adultos. O que diferencia é a maneira como essa técnica será aplicada na pessoa, além dos cuidados a serem tomados após o uso desse procedimento. Ocorrência de engasgo A ocorrência de engasgo é alta em qualquer idade, mas é principalmente com crianças que ocorre com maior frequência. Uma importante dica para evitar que isso aconteça é retirar qualquer objeto que seja considerado de risco do alcance delas, como por exemplo objetos pequenos, alimentos granulados (feijão grão de bico, arroz, milho, azeitona) e bebidas. Veja nossas cinco dicas para a prevenção do engasgo. Dica 1- cuidado na amamentação É necessário observar a criança e ver se a mesma não está mamando com muita pressa. Caso ela esteja, ofereça o peito de forma lenta, a deixando mamar apenas por poucos segundos e depois retire. Repita esse procedimento algumas vezes, até perceber que a criança já se acalmou e acostumou-se com peito, pois isso irá diminuir os riscos de engasgamento por conta da ansiedade. O que fazer então para que a criança não se engasgue? Se seu filho tem se engasgado com frequência, pode haver problemas com refluxo ou outro que somente um pediatra poderá informar, a partir de exames e avaliação em consultório. Recapitulando, pois é muito importante, a recomendação então nesses casos de recorrência contínua é uma avaliação e consulta que possam trazer dados sobre o que está acontecendo com seu filho. Outras formas para evitar o engasgo envolvem: Colocar a criança em uma boa posição, nem tão deitada e nem tão em pé. Havendo conforto e facilidade para a mamãe e o bebê na mamada. É importante salientar que em todas as posições a criança precisa estar com o nariz livre e a boca se movimentando bem durante a sucção (como a boca de um peixinho). O queixo da criança deve tocar na mama. A barriga do bebê preferencialmente deve tocar a barriga da mãe. Você verá a barriga se movimentando e ouvirá o barulho da criança engolindo o leite. A criança pega a totalidade da aréola do peito, não somente o bico. Abaixo seguem algumas imagens para ilustrar algumas posições confortáveis: Dica 2 – os alimentos A criança pode se engasgar com os alimentos, então é imprescindível cortá-los e em

Seu filho sempre protegido: Dicas para aumentar a segurança das crianças.

Seu filho sempre protegido: Dicas para aumentar a segurança das crianças. Quem tem criança em casa sabe o quanto é importante cuidar de todos os detalhes para deixá-las sempre protegidas. Afinal de contas, os pequenos gostam de brincar e precisam ser livres para poder crescer com bastante saúde. Mas, se você não cuidar de alguns detalhes, pode vivenciar uma verdadeira tragédia. Neste artigo, eu vou te mostrar quais são as maiores dicas para garantir a segurança das crianças tanto dentro quanto fora de casa. Ou seja, vale também para aquela visita a um amigo e até mesmo para a ida à escola. Confira tudo isso e muito mais agora mesmo. Como garantir uma maior segurança das crianças em casa Cuidados com móveis e objetos com pontas Móveis e objetos com pontas em casa podem representar um verdadeiro desastre para as crianças. Afinal, ao brincar pela casa, é possível que aconteça algum tipo de acidente. A dica é fazer a remoção desses itens. Mas, caso não seja possível, você pode comprar protetores de pontas para colar nos móveis. Eles têm um ótimo custo-benefício e são facilmente encontrados. Facas na cozinha Todo mundo sabe o quanto as facas e demais objetos cortantes representam grandes riscos para uma criança. Por isso, é essencial deixá-la bem longe desses objetos. E, quando alguma criança for utilizar esses utensílios, é muito importante ter sempre um adulto por perto a fim de evitar acidentes. Janelas sem grades Principalmente para quem mora em prédios, o cuidado com as janelas são essenciais. Para a segurança das crianças, a recomendação é fazer a colocação de grades nas janelas e sacadas a fim de evitar acidentes. Até mesmo quem mora em casa pode inserir essas proteções. Uma dica muito importante também é evitar colocar camas e berços perto de janelas. Ficar sozinha pode ser um risco Hoje em dia, muitos pais e mães que trabalham não têm condições de deixar as crianças na casa de alguém, na creche ou na escolinha. Por isso, a opção que resta é deixá-las sozinhas em casa. No entanto, isso exige certa atenção. Não existe uma idade considerada a mais adequada para que os pequenos possam ficar sozinhos. Isso pode variar de cada criança por motivos como maturidade, personalidade, tipos de educação e muito mais. Porém, obviamente que antes dos 7 ou 8 anos de idade, as crianças não estão aptas para ficarem em casa sozinhas. Isso porque, muitas vezes, nem conseguem alcançar as coisas em casa. Por isso, para evitar algum tipo de acidente, é preciso esperar uma idade mais avançada antes de deixá-las sozinhas. Converse com os professores Quando os pequenos não estão sob a nossa visão, precisamos sempre confiar no olhar de outras pessoas. Por isso, ao levá-los para o ambiente escolar, é muito importante ter uma conversa bem transparente com os professores sobre a segurança das crianças. Afinal de contas, na escola, quando se juntam com demais colegas, muitas vezes, fica difícil de controlar a correria e demais brincadeiras. E essas podem até mesmo ser perigosas. Para prevenir, é essencial ter sempre um adulto por perto. Por fim Vigiar constantemente as crianças e garantir que estejam seguras pode ser um desafio para alguns. Mas é algo extremamente necessário. Todos queremos que nossos pequenos estão sãos e salvos, não é? É por isso que temos que seguir todas as recomendações para tê-los por muito tempo ao nosso lado. Se precisar de algum esclarecimento, não hesite de nos procurar. Teremos o prazer de ajudar. Gostou de saber um pouco mais sobre esse assunto? Então, clique nos links a seguir e confira agora mesmo o nosso BLOG e nos acompanha através do FACEBOOK e INSTAGRAM, pois nossas dicas podem fazer a diferença!

Por que crianças devem ficar longe de produtos de higiene e limpeza?

Por que crianças devem ficar longe de produtos de higiene e limpeza? “Criança por perto é perigo constante!”. Você já deve ter escutado esse ditado. E, se tem um pequeno em casa, deve viver isso todos os dias, o que é um pouco pior na prática. Quando há produtos de higiene e limpeza, então, as coisas complicam. Não adianta. As crianças são muito rápidas e têm uma grande imaginação. Por isso, todo cuidado com elas é pouco.  Inclusive pequenos detalhes que deixamos de lado muitas vezes podem gerar sérias consequências. Os acidentes domésticos são grandes responsáveis por internações e até perda de crianças todos os anos. Parece mentira, mas esses acontecimentos têm proporções enormes. E, muitas vezes, eles estão totalmente ligados aos produtos de higiene e limpeza. Sim, a ingestão desses itens ou simples contato com regiões sensíveis geram desde pequenos ferimentos externos até grandes intoxicações e queimaduras. Assim, seguem algumas dicas especiais para lidar com esses artigos. Até porque eles não podem ser excluídos das listas de compras, já são tão necessários. Principais cuidados com produtos de higiene e limpeza O cuidado começa desde a compra e o transporte. Verifique se o produto está bem fechado e separe-os dos demais alimentos. Esse contato pode levar a uma ingestão indireta das químicas desses itens, o que pode causar problemas de saúde. Mantenha os produtos de limpeza e higiene longe do alcance das crianças, de preferência em lugares altos, que elas não tenham acesso. Jamais deixe em armários ou gavetas de fácil acesso ou de forma que sejam confundidos com alimentos, brinquedos ou medicamentos. Existem travas que impedem o acesso aos armários e gavetas. Isso evita que as crianças tenham cheguem perto desses artigos. Essa medida é uma das mais eficazes na hora de prevenir o contato dos pequenos. Na hora do uso Evite usar esses produtos de higiene e limpeza quando as crianças estiverem por perto. Às vezes, um simples contato com eles pode, com a distração na faxina, provocar alguns efeitos nocivos. E os pequenos podem aproveitar o momento para mexer com o que não deve. Além de todos esses cuidados, é importante manter um diálogo com as crianças e explicar o que é cada coisa. Por exemplo, a partir de certa idade, a criança já entende o que os pais falam. Então, aproveite isso e fale, “isso aqui azul é para limpar a privada. Esse branco é para limpar o chão e nunca para comer ou beber”. Explique que, até quando os pais estiverem longe, é para eles ficarem longe desses produtos também. A velha fala “Isso é coisa de gente grande” cabe totalmente aqui. O dialogo é uma ótima forma de mostrar o certo e o errado ao seu filho, e deve ser usado com os pequenos desde cedo. No futuro, só facilitará seu relacionamento com eles. Essas dicas parecem simples e óbvias, mas, com a correria do dia a dia, muitas vezes esquecemos e “deixamos passar”. E esses esquecimentos podem ser fatais. Por isso, olho sempre aberto! Por fim Agora que você já sabe, tenha mais atenção com esses produtos de higiene e limpeza. E mantenha-os fora do alcance das crianças. Faça isso hoje mesmo, afinal, acidentes podem ser evitados e isso é o que mais queremos com esse artigo. Cuidado com os pequenos! E conte conosco se precisar de alguma recomendação. É só deixar sua dúvida nos comentários. Gostou de saber um pouco mais sobre esse assunto? Então, clique nos links a seguir e confira agora mesmo o nosso BLOG e nos acompanha através do FACEBOOK e INSTAGRAM, pois nossas dicas podem fazer a diferença!

Como prevenir afogamentos de crianças em piscinas domésticas

Como prevenir afogamentos de crianças em piscinas domésticas O afogamento é a segunda causa maior de mortes de crianças entre 1 e 14 anos no Brasil. Fica atrás somente de acidentes de transito. São quase 1,5 mil casos todos os anos.  E os riscos de que isso aconteça não são somente para aqueles que têm piscinas em casa ou estão passando as férias na praia. As crianças, principalmente as que são menores de 2 anos, podem também afogar-se em uma banheira, em um vaso sanitário, em uma cisterna ou ainda em um balde com água. Muitas dessas vezes, isso acontece sob o cuidado de um responsável. Um mínimo de descuido já é o suficiente. Portanto, é importante saber como prevenir afogamentos. Como ocorre o afogamento? Quando nós mergulhamos de maneira inesperada, um sistema de proteção chamado “laringoespasmo”, que é a contração das vias aéreas, é acionado pelo nosso organismo. Esse mecanismo impede que a água entre nos pulmões. Os adultos sabem que não se deve inspirar dentro d’água, porém a criança, não. Ela, logo que as vias respiratórias se abrem de novo, aspiram mais forte ainda, para tentarem recuperar o fôlego. Isso aumenta muito o risco de afogamento. Temos outros artigos sobre afogamentos: Afogamento é a segunda maior causa de mortes de crianças Assim, os afogamentos acontecem de forma muito rápida e bastante silenciosa. Quase 5 minutos sem respirar são o bastante para causar danos sérios e permanentes ao cérebro. E, em alguns casos, pode levar à morte. Dicas para prevenir afogamentos Ensine a criança a nadar sempre acompanhada, pois nadar sozinho é bem perigoso; Diga para a criança não brincar de empurrar ou de fingir que está se afogando; Ensine a criança a ligar para um número de emergência e passar informações do local e do que ocorre, caso esteja em uma situação de perigo; As piscinas devem ser bem protegidas com cercas de meio metro, no mínimo. Estas não podem ser escaladas e devem ter portões e cadeados. Travas de segurança podem também ser instaladas para dificultar o acesso dos pequenos; Utilize alarmes, capas e telas para piscinas juntamente com as cercas. Também deve haver a constante supervisão dos adultos. Todos esses recursos são a garantia de uma boa proteção. Mas, infelizmente não eliminam por completo os riscos de acidentes; Não deixe brinquedos e outras coisas muito próximos a piscinas e a outros recipientes com água e que causem perigo aos pequenos; Boias e quaisquer outros objetos infláveis e que podem ser usados na água passam uma segurança falsa, pois eles podem estourar ou virar a qualquer hora. O ideal, nesses momentos de mergulho, é que os pequenos sempre usem um colete salva-vidas; Procure saber quais parentes, amigos ou vizinhos têm piscina em casa. Quando você for levar as crianças para visitá-los, cheque se elas terão a supervisão de um adulto, enquanto estão brincando na água; Depois do uso, sempre esvazie as piscinas infantis e procure guardá-las viradas para baixo e bem longe das crianças; Inúmeros casos de afogamentos acontecem com pessoas que pensam que sabem nadar. Por isso mesmo, nunca superestime as habilidades de crianças e/ou adolescentes dentro da água; Pais ou responsáveis pela criança devem, também, saber nadar. Caso não saibam, é necessário aprender; O socorro de forma ágil é fundamental para salvar uma criança que se afogou. A morte por conta de asfixia e afogamento pode ocorrer em 5 minutos, aproximadamente. Por conta disso, é muito importante que os pais, responsáveis e/ou educadores saibam as técnicas básicas de primeiros socorros. Por fim Agora que já sabe como prevenir afogamentos, basta colocar todas essas lições em prática. Pois é, essa é a parte mais difícil. A vigilância constante e os mínimos detalhes podem fazer a diferença. Portanto, vamos ficar mais de olho nas nossas crianças. Isso pode salvar uma vida. Gostou de saber um pouco mais sobre esse assunto? Então, clique nos links a seguir e confira agora mesmo o nosso BLOG e nos acompanha através do FACEBOOK e INSTAGRAM, pois nossas dicas podem fazer a diferença!