Saiba como garantir a segurança das crianças

Saiba como garantir a segurança das crianças Os pequenos são sempre imprevisíveis. Eles brincam, correm, e querem entender tudo que está à volta delas, sem medo de nada. Como não têm noção dos perigos que podem correr, então cabe aos pais criar um ambiente seguro em casa. Por isso, neste artigo, vamos dar dicas de como proporcionar segurança às crianças. Segundo a ONG Criança Segura, cerca de 90% das lesões em acidentes não-intencionais com crianças até 14 anos poderiam ser evitadas. Com medidas de prevenção simples, o ambiente pode se tornar mais seguro. Basta que os pais e responsáveis providenciem as medidas necessárias, como mostraremos a seguir. Banheiro pode ser perigoso Crianças pequenas têm um peso na cabeça proporcionalmente muito maior que o do corpo. Isso pode gerar problemas com equilíbrio. O ideal seria que elas nunca ficassem sozinhas, mas nem sempre isso é possível. No banheiro, há então o risco de que elas caiam dentro de banheiras e privadas. Em cerca de dois minutos submersas, elas já pode perder a consciência. Por isso, recomendamos lacres de privada. Esses itens são bem simples de serem instalados e impedem o acesso da criança. Outra opção são os tapetes antiderrapantes no fundo da banheira. Essa é uma ótima ideia para diminuir o risco de queda. E, consequentemente, trará mais segurança às crianças, que poderão brincar lá dentro sem medo. Cozinha exige cuidado redobrado A cozinha, com certeza, é um dos ambientes mais perigosos de todos para aquelas crianças que já estão caminhando. Eventualmente, quando elas tiverem acesso àquele ambiente, mantenha panelas e utensílios, principalmente facas e tesouras, completamente fora do alcance delas. Os sacos plásticos também oferecem risco por sufocamento. Além disso, ao cozinhar, é recomendado utilizar apenas as bocas de trás do fogão. Também mantenha os cabos sempre para o lado de dentro. E utilize puxa-sacos em locais altos, mantendo-os distantes dos pequenos. Salas e áreas comuns devem representar segurança às crianças Essas áreas exigem também uma série de cuidados. Comece eliminando todas as toalhas de mesa muito compridas. As crianças podem querer se equilibrar e acabar puxando os primeiros panos que virem. Com isso, derrubam tudo o que está apoiado na mesa. Por isso, prefira toalhas curtas ou jogos americanos. Também dê atenção aos vãos nas sacadas e escada. Eles devem ser isolados. Cerca de 40 crianças morrem por ano por queda da janela. Para evitar esse problema, coloque tapetes antiderrapantes e use portões de segurança no topo e na base das escadas. Se a escada for aberta, instale redes ou grades ao longo delas. Repita o mesmo processo nas janelas, sacadas e mezaninos. Outra medida importante para garantir a segurança às crianças é substituir fios elétricos desencapados e proteger tomadas. Prefira cortinas e persianas com panos grossos e pesados e sem cordas. E não posicione nenhum móvel próximo a janela, pois pode servir de escada. Lavanderia é chamariz para problema Essa área é bastante perigosa para crianças. Baldes, mesmo com pouca água, já têm risco de afogamento. Isso sem contar com os produtos de limpeza, que, muitas vezes, são coloridos e podem ser confundidos com brinquedos ou bebidas como suco ou refrigerante. Para evitar esses problemas, mantenha os baldes sempre vazios e guardados de cabeça para baixo fora do alcance de crianças. Tenha um armário fechado, onde os produtos de limpeza ficam estocados, de preferencia em lugares altos ou trancados. E sempre os mantenha nos recipientes originais para diminuir a chance de confusão na cabeça da criança. Por fim Não é tão difícil assim manter as crianças seguras. Mas é algo que exige uma atenção e cuidado redobrados. Alguns itens precisam ser adquiridos e a vigilância deve ser constante. Faça uma busca na Internet e logo vai encontrar diversas opções de acessórios que podem trazer mais alívio na hora de tomar conta dos pequenos. Gostou de saber um pouco mais sobre esse assunto? Então, clique nos links a seguir e confira agora mesmo o nosso BLOG e nos acompanha através do FACEBOOK e INSTAGRAM, pois nossas dicas podem fazer a diferença! Palavras-chave: segurança às crianças, crianças seguras, banheiro, acessórios de segurança, cuidados com os pequenos

Brinquedos perigosos: cuidados ao escolher os passatempos das crianças

Brinquedos perigosos Antes de comprar um brinquedo, os pais devem saber o que pretendem com ele. Alguns ajudam a desenvolver a coordenação motora, criatividade, sociabilidade, inteligência, capacidade de percepção e afetividade nas crianças. Mas existem alguns brinquedos perigosos, que devem ser evitados. Sendo assim, os adultos precisam se atentar à faixa etária do filho, às suas limitações, habilidades e interesses. Essa noção crítica ao escolher o brinquedo certo previne que os consumidores caiam nos apelos publicitários e comprem para seu pequenos, brinquedos inapropriados. Brinquedos perigosos antigos Em outros tempos, quando se amarrava cachorro com linguiça, parece que tudo era permitido, inclusive com relação aos brinquedos. Abaixo listaremos alguns brinquedos perigosos antigos que eram livremente comercializados e entregues às crianças como se fosse a coisa mais normal do mundo. Gilbert U-238 Laboratório de Energia Atômica – Dava à criança a oportunidade de fazer brincadeiras com produtos radioativos. Trampolim – As crianças na empolgação, pegavam impulso e a aterrisagem muitas vezes não terminava bem causando sérias lesões, inclusive na cabeça e coluna. Barbie patinadora – Eram patins do tipo roller que provocavam faíscas, como aquelas de isqueiros, que podiam dependendo da roupinha da boneca, provocar fogo. Sky Dancers – Puxava-se uma corda que girava um hélice e a bonequinha saia voando. Soltava peças que atingiam a criança. Provocou muitos ferimentos no rosto e nos olhos, inclusive causando cegueira. Mini redes – As crianças ficavam enroladas ou dependuradas e sofriam quedas que causavam sérios acidentes com lesões principalmente na cabeça. Moon shoes – Este brinquedo permitia que a criança conseguisse saltar bem alto, porém ao voltar ao solo causava desequilíbrio e torções e quebra de tornozelos. Estilingue – Conhecido também por atiradeira, bodoque, funda e cetra. Pode causar graves ferimentos se utilizado de forma a atingir outras pessoas, particularmente crianças e com potencial de causar sérios ferimentos. Magnetix – Era composto por pequenas peças magnéticas que unidas tomavam formas divertidas. Porém, estas peças por serem pequenas eram engolidas ou introduzidas no nariz causando sérios acidentes. Escorregador de metal – Muito comuns em parquinhos de praça e condomínios, eventualmente causavam cortes por causa de rebarbas, às vezes enferrujadas. Causavam também grande incômodo pois esquentavam demais em dias de sol forte. Aqua-Leisure – Era um a boia para crianças pequenas que rasgava facilmente causando com frequência afogamento e morte. Dardos Javelin – Os dardos tinham pontas metálicas afiadíssimas que causavam acidentes gravíssimos. Bolim bolacha ou bolacho – Consistia em duas bolinhas de aproximadamente 4 centímetros presas por um fio que era preso no meio com uma presilha que servia pra segurar e balançar para cima e para baixo de forma que as bolinhas se chovam uma contra a outra. Este brinquedo muitas vezes causava dolorosos impactos nos pulsos e no antebraço e por vezes no rosto da criança. Dá para imaginar o estrago, não dá? Se você souber de mais algum brinquedo perigoso, poste seu comentário logo abaixo. Será um prazer atualizar o artigo com sua sugestão. Bem, esses brinquedos que foram listados anteriormente, fazem parte de um cenário tipo, brinquedos perigosos anos 80. Claro, também antes e depois, mas o que realmente importa é que nos leva a refletir e fazer a escolha mais segura para nossos pequenos. Após ler este artigo, veja mais informações sobre os brinquedos acima no link abaixo Brinquedos mais perigosos já feitos pra crianças Embalagem ajuda a detectar brinquedos perigosos Acima pudemos ver uma lista com o nome de brinquedos perigosos, e já dá para ter uma base de como é importante observar também se o brinquedo segue as normas de segurança e qualidade exigidos. Veja, para não comprar brinquedos perigosos, as informações na embalagem ou no rótulo, onde vêm as informações sobre o fabricante, como nome, endereço, telefone e outras informações sobre o fabricante. Isso garante a possibilidade do comprador poder reclamar se surgirem problemas. Ainda na embalagem devem ter também instruções de como manusear o produto e informações claras e precisas sobre ele, incluindo avisos sobre possíveis riscos. O prazo de validade e as condições de garantia também precisam estar explícitos. Se o artigo for importado, essas informações devem ser traduzidas para o português, no caso do Brasil. Por isso, atente-se sempre a isso para tentar escapar daqueles brinquedos perigosos ou inapropriados para seu filho. Observação é a melhor forma de evitar acidentes Há certos aspectos nos brinquedos que são fáceis de identificar e que evidenciam se ele trará problemas futuros. Por exemplo, brinquedos com formato ou cheiros que lembrem algum alimento podem ser confundidos pela criança com comida de verdade, levando-a a engoli-los. Os pais também devem evitar brinquedos que produzam barulhos excessivos, o que pode afetar a audição dos filhos bem como alterar desnecessariamente seu humor. Aqueles que possuem partes pontiagudas ou cortantes podem causar ferimentos. Brinquedos que tiverem partes ou peças pequenas não devem ser dados a crianças menores de 3 anos. Ainda há aquelas que, mesmo mais velhas, não têm capacidade para usá-los. Isso pode trazer riscos à saúde dela e levar ao sufocamento. É importante também procurar saber se o produto tem o selo de segurança do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Caso não tenha, ele pode certamente estar na lista de brinquedos perigosos. Felizmente como uma simples consulta online podemos nos informar sobre as características somente pelas fotos de brinquedos perigosos. Já vai ser possível ter uma boa base e até saber quais são os brinquedos que estão na lista dos mais perigosos comercializados. Suspeite de brinquedos com falta de informações Brinquedos que não tenham ou que não apresentem todas as informações necessárias na embalagem devem ser comprados com cautela. Pode não estar escrito do lado de fora que ele contém alguma substância perigosa. Em outros, falta algum selo de aprovação. E há ainda os que não informam a faixa etária para qual é indicado. Eles podem ser mais baratos que os brinquedos produzidos por marcas famosas. Mas é possível que não tenham a mesma qualidade e segurança do que os de outros fabricantes conhecidos e quem o compromisso com a qualidade dos seus produtos. O mais adequado é evitar brinquedos que

Como evitar afogamentos de crianças

Afogamento é a segunda maior causa de mortes de crianças O afogamento é a segunda maior causa de mortes de crianças com idades entre um e quatorze anos no Brasil, ficando atrás somente de acidentes de trânsito. São quase mil e quinhentas mortes todos os anos. Os riscos de acidentes relacionados ao afogamento não são somente para aqueles que têm piscinas em casa ou estão passando as férias na praia, casa de amigos, parentes e vizinhos. As crianças, principalmente as menores de 2 anos, podem também afogar-se em uma banheira, em um vaso sanitário, em uma cisterna ou ainda em um balde com água, mesmo que com nível muito baixo, sendo assim, nunca deixe tanques, baldes, bacias, banheiras, banheirinhas ou outro recipiente no qual a criança possa caber ou cair com água. Muitas das crianças que se afogaram em casa, estavam sob o cuidado de um responsável. Um mínimo de descuido já é o suficiente para que aconteça um afogamento. Como ocorre o afogamento? Quando nós mergulhamos de maneira inesperada, um sistema de proteção chamado “laringoespasmo”, que é a contração das vias aéreas, é acionado pelo nosso organismo. Esse mecanismo impede que a água entre nos pulmões. Os adultos sabem que não se deve inspirar dentro d’água, porém a criança não. Ela, logo que as vias respiratórias se abrem novamente, aspiram mais forte ainda, para tentarem recuperar o fôlego. Isso aumenta muito o risco de afogamento. Confira aqui mais sobre: https://preveniremcasa.com.br/como-evitar-afogamentos-de-criancas/ Os afogamentos acontecem de forma muito rápida e bastante silenciosa e 3 minutos sem respirar é o bastante para causar sérios e permanentes danos  ao cérebro. Como prevenir afogamentos Ensine a criança a nadar sempre acompanhada, pois nadar sozinho é muito perigoso; Diga para a criança não brincar de empurrar ou de fingir que está se afogando; Ensine a criança a ligar para um número de emergência e a passar informações do local e do que ocorre, caso ela mesma ou outro amiguinho estejam em uma situação de perigo; As piscinas devem ser bem protegidas com cercas que não possam ser escaladas e devem ter portões com cadeados, travas de segurança, para dificultar o acesso dos pequenos à área de piscina; Utilize alarmes, capas e telas para piscinas juntamente com as cercas. Também deve haver a constante supervisão dos adultos. Todos esses recursos são a garantia de uma boa proteção, mas infelizmente não eliminam por completo os riscos de acidentes; Não deixe brinquedos e outras coisas muito próximos às piscinas; Boias e quaisquer outros objetos que são infláveis e que possam ser usados na água passam uma falsa segurança, pois podem estourar ou virar a qualquer momento. O ideal nesses momentos de mergulho, é que os pequenos sempre usem um colete salva-vidas; Procure saber quais parentes, amigos ou vizinhos que tenham piscina em casa. Quando você for levar as crianças para visita-los, cheque se elas terão a supervisão de um adulto enquanto estiver brincando na água; Depois do uso, sempre esvazie as piscinas infantis e procure guardá-las viradas para baixo e bem longe das crianças; Inúmeros casos de afogamentos acontecem com pessoas que pensam que sabem nadar. Por isso mesmo, nunca superestime as habilidades de crianças ou adolescentes dentro d’água; Pais ou responsáveis pela criança devem também saber nadar, caso não saibam, deve-se ter uma segunda opção de socorro em caso de necessidade; O socorro ágil é fundamental para salvar uma criança que se afogou, pois a morte por conta de asfixia e afogamento pode ocorrer em 5 minutos, aproximadamente. Por conta disso, é muito importante que os pais, responsáveis e/ou educadores que cuidem de crianças saibam as técnicas básicas de primeiros socorros em casos de afogamento.