
Como Prevenir Afogamentos de Crianças em Piscinas Domésticas
O afogamento é a segunda maior causa de mortes de crianças entre 1 e 14 anos no Brasil, ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito. São quase 1,5 mil casos por ano.
E os riscos não estão apenas nas piscinas ou praias: crianças — especialmente as menores de 2 anos — podem se afogar em banheiras, vasos sanitários, cisternas ou até mesmo em baldes com água. Muitas vezes, isso ocorre mesmo sob supervisão de um responsável. Um mínimo de descuido já é suficiente.
Como Ocorre o Afogamento?
Quando mergulhamos de forma inesperada, o organismo aciona um sistema de proteção chamado “laringoespasmo”, que contrai as vias aéreas para impedir que a água entre nos pulmões.
Os adultos sabem que não devem inspirar debaixo d’água, mas as crianças não têm essa noção. Assim que as vias respiratórias se abrem novamente, elas aspiram com mais força para recuperar o fôlego, aumentando o risco de afogamento.
Em 5 minutos sem respirar, já podem ocorrer danos graves e permanentes ao cérebro — e, em alguns casos, a morte.
Dicas para Prevenir Afogamentos
Ensine a criança a nadar sempre acompanhada.
Oriente para não brincar de empurrar ou fingir afogamento.
Ensine a ligar para o número de emergência e informar o local em situações de perigo.
Proteja as piscinas com cercas de no mínimo meio metro, portões e cadeados.
Instale travas de segurança, alarmes, capas e telas — mas nunca dispense a supervisão.
Não deixe brinquedos ou objetos próximos a piscinas ou recipientes com água.
Evite boias e infláveis — transmitem falsa sensação de segurança. Prefira coletes salva-vidas.
Ao visitar parentes ou amigos com piscina, verifique se haverá supervisão de um adulto.
Após o uso, esvazie e guarde piscinas infantis viradas para baixo e fora do alcance das crianças.
Nunca superestime a habilidade das crianças dentro da água.
Pais e responsáveis também devem aprender a nadar.
Aprenda técnicas básicas de primeiros socorros — a agilidade é essencial.
Ensine a criança a nadar sempre acompanhada.
Oriente para não brincar de empurrar ou fingir afogamento.
Ensine a ligar para o número de emergência e informar o local em situações de perigo.
Proteja as piscinas com cercas de no mínimo meio metro, portões e cadeados.
Instale travas de segurança, alarmes, capas e telas — mas nunca dispense a supervisão.
Não deixe brinquedos ou objetos próximos a piscinas ou recipientes com água.
Evite boias e infláveis — transmitem falsa sensação de segurança. Prefira coletes salva-vidas.
Ao visitar parentes ou amigos com piscina, verifique se haverá supervisão de um adulto.
Após o uso, esvazie e guarde piscinas infantis viradas para baixo e fora do alcance das crianças.
Nunca superestime a habilidade das crianças dentro da água.
Pais e responsáveis também devem aprender a nadar.
Aprenda técnicas básicas de primeiros socorros — a agilidade é essencial.
Conclusão
A prevenção está nos detalhes e na vigilância constante. Um pequeno cuidado pode salvar vidas.
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Saiba como garantir a segurança das crianças
Os pequenos são sempre imprevisíveis. Eles brincam, correm, e querem entender tudo que está à volta delas, sem medo de nada. Como não têm noção dos perigos que podem correr, então cabe aos pais criar um ambiente seguro em casa.
Por isso, neste artigo, vamos dar dicas de como proporcionar segurança às crianças.
Segundo a ONG Criança Segura, cerca de 90% das lesões em acidentes não-intencionais com crianças até 14 anos poderiam ser evitadas. Com medidas de prevenção simples, o ambiente pode se tornar mais seguro. Basta que os pais e responsáveis providenciem as medidas necessárias, como mostraremos a seguir.
Banheiro pode ser perigoso
Crianças pequenas têm um peso na cabeça proporcionalmente muito maior que o do corpo. Isso pode gerar problemas com equilíbrio. O ideal seria que elas nunca ficassem sozinhas, mas nem sempre isso é possível.
No banheiro, há então o risco de que elas caiam dentro de banheiras e privadas. Em cerca de dois minutos submersas, elas já podem perder a consciência.
Dicas:
Utilize lacres de privada, simples de instalar e que impedem o acesso da criança.
Coloque tapetes antiderrapantes no fundo da banheira para diminuir o risco de queda.
Cozinha exige cuidado redobrado
A cozinha é um dos ambientes mais perigosos para crianças que já estão caminhando.
Dicas:
Mantenha panelas, facas, tesouras e utensílios cortantes fora do alcance.
Evite sacos plásticos acessíveis, pois podem causar sufocamento.
Ao cozinhar, use as bocas de trás do fogão e mantenha os cabos das panelas voltados para dentro.
Guarde puxa-sacos e objetos em locais altos.
Salas e áreas comuns
Dicas:
Substitua toalhas de mesa compridas por toalhas curtas ou jogos americanos.
Isolar sacadas e escadas com portões de segurança.
Instalar redes ou grades em escadas abertas, janelas, sacadas e mezaninos.
Troque fios desencapados e proteja tomadas.
Evite cortinas com cordas e não coloque móveis perto das janelas.
Lavanderia é chamariz para problema
Essa área também merece atenção especial.
Dicas:
Nunca deixe baldes com água. Guarde-os vazios e de cabeça para baixo.
Produtos de limpeza devem ser mantidos em armários altos ou trancados.
Sempre utilize as embalagens originais para evitar confusão.
Por fim
Não é tão difícil assim manter as crianças seguras, mas exige atenção redobrada. Alguns itens precisam ser adquiridos e a vigilância deve ser constante.
Na internet, é possível encontrar diversos acessórios que ajudam a trazer mais tranquilidade na hora de cuidar dos pequenos.
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Brinquedos perigosos: como proteger seus filhos
Antes de comprar um brinquedo, os pais devem saber o que pretendem com ele. Alguns ajudam a desenvolver a coordenação motora, criatividade, sociabilidade, inteligência, capacidade de percepção e afetividade nas crianças.
Mas existem alguns brinquedos perigosos, que devem ser evitados. Sendo assim, os adultos precisam se atentar à faixa etária do filho, às suas limitações, habilidades e interesses.
Essa noção crítica ao escolher o brinquedo certo previne que os consumidores caiam nos apelos publicitários e comprem para seus pequenos brinquedos inapropriados.
Brinquedos perigosos antigos
Em outros tempos, quando se “amarrava cachorro com linguiça”, parecia que tudo era permitido, inclusive com relação aos brinquedos.
Abaixo listamos alguns brinquedos perigosos antigos que eram livremente comercializados e entregues às crianças como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Gilbert U-238 Laboratório de Energia Atômica – Dava à criança a oportunidade de fazer brincadeiras com produtos radioativos.
Trampolim – Causava sérias lesões, inclusive na cabeça e coluna.
Barbie patinadora – Patins que soltavam faíscas e podiam provocar fogo.
Sky Dancers – Bonequinha que voava soltando peças que atingiam rosto e olhos, inclusive causando cegueira.
Mini redes – Crianças ficavam enroladas, sofriam quedas e lesões na cabeça.
Moon shoes – Faziam a criança saltar alto, mas causavam torções e fraturas.
Estilingue (atiradeira, bodoque) – Podia causar graves ferimentos se atingisse outras pessoas.
Magnetix – Pequenas peças magnéticas que eram engolidas, causando acidentes graves.
Escorregador de metal – Muito comum em praças, causava cortes, queimaduras e incômodos.
Aqua-Leisure – Boia para crianças que rasgava facilmente, causando afogamento.
Dardos Javelin – Dardos com pontas metálicas que provocavam acidentes gravíssimos.
Bolim bolacha (ou bolacho) – Duas bolinhas presas por um fio que causavam impactos dolorosos nos pulsos, antebraço e rosto.
Dá para imaginar o estrago, não dá?
Se você souber de mais algum brinquedo perigoso, poste seu comentário logo abaixo. Será um prazer atualizar o artigo com sua sugestão.
Esses brinquedos listados fazem parte de um cenário típico dos anos 80 (e também antes e depois). Mas o que realmente importa é que eles nos levam a refletir e fazer a escolha mais segura para nossos pequenos.
Após ler este artigo, veja mais informações sobre os brinquedos acima no link:
Embalagem ajuda a detectar brinquedos perigosos
Além da lista acima, é fundamental observar se o brinquedo segue as normas de segurança e qualidade exigidas.
Na embalagem devem constar:
Informações sobre o fabricante (nome, endereço, telefone).
Instruções de uso e manuseio.
Avisos sobre possíveis riscos.
Prazo de validade e condições de garantia.
Tradução para o português (em caso de importados).
Esses cuidados ajudam a evitar brinquedos perigosos ou inapropriados para seu filho.
Observação é a melhor forma de evitar acidentes
Há aspectos fáceis de identificar que mostram se um brinquedo pode trazer problemas:
Brinquedos com formato ou cheiro de comida podem ser engolidos.
Aqueles com barulhos excessivos afetam a audição e o humor da criança.
Produtos com partes pontiagudas ou cortantes causam ferimentos.
Peças pequenas não devem ser dadas a crianças menores de 3 anos.
Sempre verifique se o brinquedo tem o selo do Inmetro.
Com uma simples consulta online, já é possível verificar pelas fotos se o brinquedo está na lista dos mais perigosos.
Suspeite de brinquedos sem informações
Brinquedos que não apresentem todas as informações necessárias na embalagem devem ser comprados com cautela.
Eles podem:
Conter substâncias perigosas sem aviso.
Não ter selo de aprovação.
Não informar faixa etária indicada.
Embora sejam mais baratos, podem não ter a mesma qualidade e segurança das marcas confiáveis. O mais adequado é evitar brinquedos desse tipo.

Afogamento é a Segunda Maior Causa de Mortes de Crianças
O afogamento é a segunda maior causa de mortes de crianças com idades entre 1 e 14 anos no Brasil, ficando atrás somente de acidentes de trânsito. São quase 1.500 mortes todos os anos.
Os riscos de acidentes relacionados ao afogamento não estão apenas em piscinas ou praias. Crianças — principalmente as menores de 2 anos — podem se afogar em:
Banheiras
Vaso sanitário
Cisterna
Balde com água (mesmo em nível baixo)
Nunca deixe tanques, baldes, bacias ou qualquer recipiente com água acessível à criança.
Muitas das crianças que se afogaram em casa estavam sob o cuidado de um responsável. Um mínimo de descuido já é suficiente.
Como Ocorre o Afogamento?
Quando mergulhamos de forma inesperada, o corpo ativa um sistema de defesa chamado laringoespasmo (contração das vias aéreas) que impede a entrada de água nos pulmões.
Adultos sabem que não se deve inspirar debaixo d’água.
Crianças não têm esse reflexo e, ao tentar recuperar o fôlego, aspiram ainda mais forte, aumentando o risco.
Em apenas 3 minutos sem respirar podem ocorrer danos graves e permanentes ao cérebro.
Confira mais:
Como Prevenir Afogamentos
Ensine a criança a nadar sempre acompanhada (nunca sozinha).
Oriente para não brincar de empurrar ou fingir afogamento.
Ensine a ligar para o número de emergência, informando local e situação.
Piscinas devem ter:
- Cercas seguras e não escaláveis
- Portões com cadeados ou travas
- Alarmes, capas e telas de proteção
Supervisão constante de adultos é indispensável.
Não deixe brinquedos próximos à piscina.
Evite boias infláveis — transmitem falsa segurança. O ideal é o colete salva-vidas.
Verifique a segurança em casas de parentes ou amigos com piscina.
Esvazie e guarde piscinas infantis após o uso.
Nunca superestime as habilidades de nado de crianças ou adolescentes.
Pais e responsáveis também devem saber nadar ou ter alguém preparado para socorro.
O socorro rápido é fundamental: a morte pode ocorrer em até 5 minutos.
Pais, responsáveis e educadores devem aprender primeiros socorros em casos de afogamento.
Ensine a criança a nadar sempre acompanhada (nunca sozinha).
Oriente para não brincar de empurrar ou fingir afogamento.
Ensine a ligar para o número de emergência, informando local e situação.
Piscinas devem ter:
- Cercas seguras e não escaláveis
- Portões com cadeados ou travas
- Alarmes, capas e telas de proteção
Supervisão constante de adultos é indispensável.
Não deixe brinquedos próximos à piscina.
Evite boias infláveis — transmitem falsa segurança. O ideal é o colete salva-vidas.
Verifique a segurança em casas de parentes ou amigos com piscina.
Esvazie e guarde piscinas infantis após o uso.
Nunca superestime as habilidades de nado de crianças ou adolescentes.
Pais e responsáveis também devem saber nadar ou ter alguém preparado para socorro.
O socorro rápido é fundamental: a morte pode ocorrer em até 5 minutos.
Pais, responsáveis e educadores devem aprender primeiros socorros em casos de afogamento.